domingo, 20 de setembro de 2009

MESTRE DAL COMENTA SOBRE: ÓLEO DE ISRAEL



Mestre Dal comenta sobre as dádivas da igreja... =)

sábado, 19 de setembro de 2009

SE LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO FOSSEM RELIGIÕES...

Escrito por Rodrigo B. Monteiro (a.k.a. AMZ), @ http://www.aegisub.net/2008/12/if-programming-languages-were-religions.html

C seria o Judaísmo - é velho e restritivo, mas a maior parte do mundo está familiarizada com suas regras e as respeitam. O lance é, você não pode se converter à ele - ou você está com ele desde o início, ou você vai achar que é uma insanidade. E também, quando as coisas dão errado, muitas pessoas estão dispostas a jogar os problemas do mundo em cima dele.

Java seria o Cristianismo Fundamentalista - é teoricamente baseado no C, mas ele apaga tantas regras antigas que nem parece mais com o original em nada. Ao invés, ele adiciona seu próprio "kit" de regras rígidas, que seus seguidores acreditam ser muito superiores às originais. E eles não estão apenas certos de que ele é a melhor linguagem do mundo, como estão dispostos a queimar os que não concordam com eles.

PHP seria o Cristianismo de Padaria - briga com o Java pelo mercado. Ele tira alguns dos conceitos do C e do Java, mas apenas aqueles que ele realmente gosta. Talvez não seja tão coerente quanto as outras linguagens, mas pelo menos ele te deixa com bem mais liberdade e ostentabilidade mantendo a idéia original da coisa toda. E também, o conceito de "ir pro inferno" foi totalmente abandonado.

C++ seria o Islamismo - ele pega o C e não só mantém todas as suas leis, como adiciona um enorme e complexo "kit" de novas leis em cima das antigas. É tão versátil que pode ser usado como fundamento para qualquer coisa, desde grandes atrocidades a belas obras de arte. Seus seguidores estão convencidos de que ele é a linguagem suprema universal, e podem ficar nervosos com quem discorda. Além disso, se você insultar o C++ ou seu fundador, você provavelmente vai ser ameaçado de morte pelos seus seguidores mais radicais.

C# seria o Mormorismo - À primeira vista, é o mesmo que o Java, mas sob uma inspeção mais próxima você percebe que ele é controlado por uma única corporação (que alguns dos seguidores do Java acreditam ser maligna), e que muitos dos seus conceitos teológicos são bem diferentes. Você suspeita que ele provavelmente é bom, mas infelizmente os seguidores do Java iriam te discriminar horrores por causa dele.

Lisp seria o Zen Budismo - não há sintaxe, não há centralização do dogma, não há divindades para adorar. O universo inteiro está ao seu alcance - ah, se você fosse iluminado o suficiente para alcançá-lo. Alguns dizem que nem é uma linguagem; outros dizem que é a única linguagem que faz sentido.

Haskell seria o Taoísmo - É tão diferente das outras linguagens que muita gente não entende como alguém pode usá-lo para produzir algo útil. Seus seguidores acreditam que ele é o verdadeiro caminho para a sabedoria, mas a sabedoria está além do alcance da maioria dos mortais.

Erlang seria o Hinduísmo - é outra linguagem estranha que não parece que pode ser usada para nada, mas ao contrário da maioria das outras linguagens modernas, ela é feita ao redor do conceito de múltiplas divindades simultâneas.

Perl seria o Vodu - Uma sequência incompreensível de encantações arcanas que envolvem o sangue de bodes e corrompe sua alma para sempre. Geralmente utilizado quando seu chefe quer que você faça uma tarefa urgente às 9 da noite de uma sexta-feira.

Lua seria Wicca - uma linguagem panteísta que pode ser facilmente adaptada para diferentes culturas e locais. Seu código é bem liberal, e permite o uso de técnicas que podem ser descritas como mágica por aqueles acostumados às linguagens mais tradicionais. Possui uma forte conexão com a... lua.

Ruby seria o Neo-paganismo - uma mistura de linguagens diferentes que foram socadas juntas em algo que poderia ser identificado como uma linguagem. Seus seguidores estão aumentando rapidamente, e embora a maioria das pessoas olhem para eles com uma certa desconfiança, eles geralmente tem boas intenções, e não querem ferir ninguém.

Python seria o Humanismo - é simples, sem restrições, e tudo que você precisa fazer é seguir o bom senso. Muitos dos seus seguidores clamam se sentir livres da opressão das outras linguagens, e que eles redescobriram a alegria de programar. Há ainda alguns que dizem que é uma forma de pseudo-codificação.

COBOL seria o Paganismo Antigo - Houve um tempo em que ele dominava uma vasta região e era importante, mas hoje em dia ele está quase morto, para o bem de todos. Apesar de muitos estarem marcados e feridos por causa dos rituais exigidos por suas divindades, há alguns que insistem em mantê-lo vivo ainda hoje.

APL seria a Scientologia - Tem muita gente que diz segui-la, mas você sempre suspeitou que era só uma pegadinha enorme e muito elaborada que saiu de controle.

LOLCODE seria o Pastafarianismo - uma crença esotérica nascida na internet que ninguém leva muito a sério, apesar de todos os esforços feitos para melhorá-la e espalhá-la.

Visual Basic seria o Satanismo - Exceto pelo fato de que você não precisa REALMENTE vender sua alma para ser um Satanista...

Obrigado ao jfs e ao resto do pessoal pelas sugestões. Lembrem-se - essa lista é uma piada, e não foi feita para ofender ninguém. E também, se você for mulçumano, por favor, não me mate. :)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009



Mestre Dal discurssa sobre a Igreja Universal do Reino de Deus e seus pastores-deputados.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

REPÚBLICA DOS BANANAS!!!

**ESTE POST RECEBEU INCENTIVO FISCAL DO MINISTÉRIO ENGRAÇADO**

A partir de hoje, 16/9, começa a vigorar a Lei 13.174/08 de autoria do deputado Samuel Moreira (PSDB) que consiste na comercialização da banana no Estado de São Paulo.

A proposta, conhecida como Lei da Banana, estabelece que a venda da fruta seja realizada com a expressa indicação do peso líquido do produto e o valor de referência em relação ao peso.

Portanto, a partir de agora, os feirantes podem continuar vendendo a banana por cacho, penca ou dúzia desde que informem, em local visível, o preço por quilo e calculem o valor equivalente à quantidade em quilos que o cliente está levando.

A Lei da Banana pode ser comparada à do pão francês, que também passou a ser vendido por quilo em todo o território nacional em outubro de 2006.

Segundo Moreira, “esta forma uniforme de comercialização vai derivar em uma competição sadia e até mesmo melhorar a qualidade do produto, beneficiando a todos que consomem ou comercializam a banana”.



E enquanto isso, na Mansão Wayne...

Em SP, 711 presos fugiram na saída temporária do dia das mães.

Dos 8.170 presos paulistas que tiveram autorização para comemorar o dia das mães em casa, 711 (8% do total) não voltaram para a prisão. No ano passado, dos 3.743 que saíram para visitar a família, 279 (7,45%) não retornaram.

Em compensação, todos os 151 presos dos Centros de Ressocialização (CRs) do Estado voltaram para suas unidades. De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária, os CRs são unidades com apenas 210 vagas em cada unidade, onde convivem presos que cumprem regime fechado, semi-aberto ou provisório.

A penitenciária "João Batista de Arruda Sampaio", de Itirapina, teve maior índice de presos que não regressaram (54,84%). Dos 30 presos, 17 continuaram na rua.

Os presos dos onze CRs do Estado como o Centro de Ressocialização de Araçatuba (20 presos), o de Araraquara (14 presos) e o de Avaré (27 presos) retornaram para cumprir a pena.

Segundo dados do Departamento de Tecnologia da Informação da Secretaria, São Paulo tem 105 unidades penitenciárias com um total de 8.881 presos.


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Senhores, eu gostaria de lançar a pergunta: Vocês não se sentem mais seguros sabendo que agora nós só podemos comprar banana à quilo?

Nosso dinheiro não foi bem melhor investido num projeto de lei que regulariza a venda da banana?

Não é legal quando o governo dá uma BANANA bem grande pro seu bem-estar?


=)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

MESTRE ALBORGHETTI COMENTA: R.R. SOARES & EDIR MACEDO



Mestre Alborghetti, a encarnação da sabedoria (e provavelmente da violência verbal, também) em pessoa.